Ações Desenvolvidas

Destruição de Armas

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No biênio 2014-2015, foram destruídas mais de 5 mil armas pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo, em parceria com a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Exército. Em 2016, até o mês de Setembro, já foram destruídas mais de 1600 armas.

As destruições ocorrem no 38º Batalhão de Infantaria, em Vila Velha, seguindo as normas do Conselho Nacional de Justiça. As armas são destruídas em uma prensa do Exército e a sucata resultante vai para a empresa Arcelor Mittal, em Vitória, para ser derretida.

O recolhimento e destruição das armas colabora com a redução da criminalidade e do índice de homicídios do Espírito Santo, já que muitas dessas armas foram utilizadas para a prática de diversos delitos e, com a sua destruição, elas não retornam às mãos das organizações criminosas.

 
 

 

Sistema de câmeras de monitoramento

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O sistema de monitoramento por câmeras foi implantado no Tribunal de Justiça no dia 27 de janeiro de 2016, com o objetivo de reforçar a segurança de magistrados, servidores e advogados.

Outras 20 unidades do Poder Judiciário já foram contempladas por sistemas de monitoramento, totalizando mais de 600 câmeras. Os equipamentos são digitais, de alta definição e permitem um controle detalhado de quem passa pelos corredores, estacionamentos e arredores.

O modelo adotado pelo TJES foi o do sistema implantado, há quatro anos no Tribunal de Contas da União e, há dois anos, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

Os sistemas de monitoramento vão proporcionar uma economia de R$ 250 mil por mês, referente à contratação de mão de obra específica para a vigilância e segurança nos prédios do Poder Judiciário.

 

 
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