{"id":10847,"date":"2017-01-27T14:47:31","date_gmt":"2017-01-27T16:47:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tjes.jus.br\/corregedoria\/?p=10847"},"modified":"2017-02-14T12:57:48","modified_gmt":"2017-02-14T14:57:48","slug":"resolucao-no-412007-publ-em-01102007-revogada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tjes.jus.br\/corregedoria\/2017\/01\/27\/resolucao-no-412007-publ-em-01102007-revogada\/","title":{"rendered":"RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 41\/2007 &#8211; PUBL. EM 01\/10\/2007 &#8211; REVOGADA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><del><strong>ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO<\/strong> <b><\/b><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><del><strong>PODER JUDICI\u00c1RIO<\/strong><b><\/b><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><del><strong>TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A<\/strong><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><del><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 041\/2007<\/strong><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del>\u201cReconhece a inexist\u00eancia de d\u00e9bitos de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria dos magistrados que estavam e est\u00e3o amparados pelo contido nas Emendas Constitucionais n\u00ba 20\/98 e 41\/03, anulando levantamento efetivado na vig\u00eancia das citadas emendas\u201d.<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del>O Excelent\u00edssimo Senhor Desembargador <strong>JORGE GOES COUTINHO<\/strong>, Presidente do Egr\u00e9gio Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Esp\u00edrito Santo, no uso de suas atribui\u00e7\u00f5es legais e tendo em vista decis\u00e3o do Egr\u00e9gio Tribunal Pleno, e<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que existem Magistrados na ativa e que preenchem os requisitos para aposentadoria, entretanto, permanecem na atividade, os quais estavam amparados pela Emenda Constitucional n\u00ba 20, em seus artigos 3\u00ba, \u00a7 1\u00ba e 8\u00ba \u00a7 5\u00ba.Que a vig\u00eancia da norma explicitada abrange o lapso temporal de 15 de dezembro de 1998 at\u00e9 a entrada em vigor da Emenda Constitucional n\u00ba 41 de 17 de dezembro de 2003;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que at\u00e9 a entrada em vigor da Emenda Constitucional n\u00ba 20, todos os Magistrados, inclusive os que estavam na situa\u00e7\u00e3o explicitada, ou seja, em condi\u00e7\u00e3o de aposenta\u00e7\u00e3o e continuaram em atividade, contribu\u00edram para o IPAJM regularmente;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que o levantamento do d\u00e9bito de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria efetivado pela Relat\u00f3rio da Diretoria Judici\u00e1ria de Pagamento de Pessoal do Poder Judici\u00e1rio, refere-se ao per\u00edodo de 15\/12\/98 at\u00e9 a presente data;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que de fato inexiste d\u00e9bito por parte dos Magistrados, uma vez que se encontravam inicialmente sob o abrigo da isen\u00e7\u00e3o, verdadeira imunidade tribut\u00e1ria, face a norma constitucional decorrente da Emenda Constitucional n\u00ba 20\/98;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que a Emenda Constitucional n\u00ba 41\/03, substituiu a isen\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria ent\u00e3o vigente pelo denominado abono de perman\u00eancia, previsto em seu artigo 2\u00ba, \u00a7 5\u00ba ;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que o pagamento do abono de perman\u00eancia n\u00e3o dispensa o \u00f3rg\u00e3o ou ente p\u00fablico a que se refere o \u00a7 1\u00ba do artigo 40, \u00a7 2\u00ba, da Lei 282\/04 de reter e recolher ao IPAJM a contribui\u00e7\u00e3o descontada do servidor que recebe o abono de perman\u00eancia;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>CONSIDERANDO<\/strong> que a teor da S\u00famula 473 do Supremo Tribunal Federal a Administra\u00e7\u00e3o pode anular seus atos quando eivados de v\u00edcios, e o d\u00e9bito suscitado decorre de levantamento lan\u00e7ando como d\u00e9bitos a contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria relativa ao per\u00edodo de vig\u00eancia da Emenda Constitucional n\u00ba 20, quando estava prevista a isen\u00e7\u00e3o ou imunidade tribut\u00e1ria constitucional;<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>RESOLVE:<\/strong><b><\/b><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>Art. l\u00ba <\/strong>\u2013 DECLARAR A INEXIST\u00caNCIA de quaisquer d\u00e9bitos de Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1rias por parte dos Magistrados do Estado do Esp\u00edrito Santo, perante ao INSTITUTO DE PREVID\u00caNCIA E ASSIST\u00caNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO \u2013 IPAJM , que estavam e est\u00e3o em atividade, em raz\u00e3o dos benef\u00edcios previstos nas Emendas Constitucional n\u00ba 20\/98 e 41\/2003, ou seja, de 15 de dezembro de 1998 at\u00e9 a presente data, enquanto vigorar o benef\u00edcio do abono perman\u00eancia previsto na Emenda Constitucional n\u00ba 41\/03.<b><\/b><\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>Art. 2\u00ba<\/strong>\u2013 Fica anulado o levantamento efetivado pela administra\u00e7\u00e3o do Tribunal, relacionado a Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria dos Magistrados, no per\u00edodo de 15\/12\/98 at\u00e9 a presente data.<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>Art. 3\u00ba <\/strong>\u2013 Encaminhar c\u00f3pia da presente resolu\u00e7\u00e3o ao Exmo. Sr. Presidente do INSTITUTO DE PREVID\u00caNCIA E ASSIST\u00caNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO \u2013 IPAJM, para fins de conhecimento e provid\u00eancias respectivas, cessando de cobrar dos dependentes dos segurados ou mesmo destes, qualquer valor relativo a tais contribui\u00e7\u00f5es no per\u00edodo explicitado.<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del><strong>Art. 4\u00ba<\/strong> \u2013 A presente Resolu\u00e7\u00e3o entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogando-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><del>Vit\u00f3ria, 25 de setembro de 2007.<\/del><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><del><strong>Desembargador JORGE GOES COUTINHO<br \/>\nPresidente<\/strong><\/del><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">REVOGADA PELA <a href=\"https:\/\/www.tjes.jus.br\/corregedoria\/index.php\/2017\/02\/14\/resolucao-no-0112009-publ-em-05052009\/\" target=\"_blank\">RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 011\/2009<\/a> \u2013 DISP. 05\/05\/2009<\/span><\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ESTADO DO ESP\u00cdRITO SANTO PODER JUDICI\u00c1RIO TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 041\/2007 \u201cReconhece a inexist\u00eancia de d\u00e9bitos de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria dos magistrados que estavam e est\u00e3o amparados pelo contido nas Emendas Constitucionais n\u00ba 20\/98 e 41\/03, anulando levantamento efetivado na vig\u00eancia das citadas emendas\u201d. 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