Homenagem do TJES a todas as mulheres capixabas, do Brasil e do mundo.

A liderança feminina no TJES reafirma que as instituições públicas se tornam mais fortes quando reconhecem e valorizam o talento, a competência e a dedicação de todos aqueles que as integram.

O Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data comemorativa. É um momento de reconhecimento da força transformadora das mulheres na construção das instituições, da sociedade e da própria ideia de justiça.

No Poder Judiciário capixaba, esta data assume significado ainda mais especial. Pela primeira vez em sua história, o Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES) é presidido por uma mulher: a Desembargadora Janete Vargas Simões.

Esse marco histórico ultrapassa a dimensão individual. Ele simboliza o reconhecimento de uma trajetória construída por inúmeras mulheres que, ao longo das últimas décadas, ingressaram na magistratura, na advocacia, no Ministério Público e nos quadros técnicos do sistema de justiça, contribuindo decisivamente para o fortalecimento institucional do Judiciário.

A mulher não representa apenas sensibilidade. Representa também inteligência que constrói, coragem que enfrenta desafios e sensibilidade que humaniza o exercício do poder. Na jurisdição contemporânea, essas qualidades revelam-se essenciais para uma justiça mais próxima da sociedade, mais atenta às complexidades humanas e mais comprometida com a efetividade dos direitos.

A liderança feminina no Tribunal de Justiça reafirma que as instituições públicas se tornam mais fortes quando reconhecem e valorizam o talento, a competência e a dedicação de todos aqueles que as integram.

Neste momento simbólico, ao cumprimentar a Desembargadora Janete Vargas Simões, estende-se igualmente esta homenagem a todas as magistradas e a todas as servidoras do Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo, cuja atuação cotidiana contribui para a construção de uma justiça mais humana, equilibrada e comprometida com os valores constitucionais.

Celebrar o Dia Internacional da Mulher é, portanto, reconhecer que onde há mulheres atuando com liberdade, capacidade e responsabilidade pública, há sempre mais diálogo, mais equilíbrio institucional e mais futuro.

Equipe da Presidência do Tribunal de Justiça do ES

Vitória, 8 de março de 2026