O projeto Pauta Plena é mais uma entrega do Laboratório de Inovação, reduz a quantidade de papel e permite maior celeridade e eficiência no trabalho durante as sessões de julgamento.
O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) possui uma nova ferramenta de automatização de registros durante as sessões do Pleno. Registros de votos, ausências, impedimentos, suspeições e pedidos de vista deixam de ser realizados manualmente pela Secretaria do Tribunal Pleno.
O projeto Pauta Plena reduz a quantidade de papel e permite maior celeridade e eficiência no trabalho durante as sessões de julgamento. A ferramenta substitui anotações manuais por uma interface, garantindo segurança regimental, publicidade dos atos em tempo real e concentração dos servidores no fluxo estratégico da sessão.
A diretora da Secretaria, Juliana Vieira Neves Miranda, foi a responsável por encaminhar a demanda a Secretaria-Geral do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), conduzida pelo juiz de Direito Anselmo Laghi Laranja.
Em seguida, o pedido foi encaminhado e aprovado pelo Laboratório de Inovação e Inteligência Artificial (LI²), supervisionado pelo vice-presidente do TJES, desembargador Fernando Zardini Antonio. O LI² é um centro de ideias e projetos voltado a modernização e otimização dos serviços do Judiciário.
“É um grande avanço, tendo em vista que os registros antes feitos manualmente agora se dão em um sistema eletrônico, que gera a síntese de julgamento automaticamente. Agradecemos a escuta e disponibilidade da administração para o atendimento da demanda”, frisou a diretora.
O coordenador do Laboratório de Inovação, André Roepke, explicou a concepção do projeto. “A concepção do pauta plena reflete o compromisso do Laboratório de Inovação em modernizar o Judiciário capixaba de forma inteligente. Atuamos lado a lado com a Secretaria do Pleno, entendendo cada detalhe do fluxo de trabalho manual para criar um protótipo que fosse seguro e eficiente. A transição para a STIC é o passo definitivo para transformar essa inovação em um sistema integrado, robusto e perfeitamente alinhado com a arquitetura tecnológica do TJES.”
O vice-presidente do TJES, desembargador Fernando Zardini Antonio, celebrou a iniciativa. “Como desembargador e como supervisor do Laboratório de Inteligência, fico feliz em ver uma ferramenta que vai contribuir com a sustentabilidade, garantir fluxos mais práticos e uma entrega para a sociedade, com o Tribunal de Justiça demonstrando maior transparência nas apreciações no Pleno. É mais uma entrega do Laboratório de Inovação, que já apresentou neste ano, em trabalho conjunto, a LuzIA, que ganhou destaque nacional”, finalizou.
Vitória, 28 de setembro de 2026









