Gestão do TJES participa de curso sobre governança e compliance

Iniciativa reforça o compromisso da Justiça estadual com a excelência do serviço prestado à sociedade.

Governança, Gestão de Riscos e Compliance na Administração Pública é o tema do curso promovido pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), por meio da Escola da Magistratura (Emes), para suas gestoras e gestores, nesta terça (29) e quarta-feira (30).

O secretário-geral do TJES, juiz de Direito Anselmo Laghi Laranja, destacou que “o curso integra um conjunto de formações que a Administração do TJES faz em parceria com a Emes para melhorar a governança, com planejamento, gestão de risco, ética e compromisso com a excelência do serviço que prestamos à sociedade”.

Para tratar dos temas, o convidado foi o auditor federal de controle externo do Tribunal de Contas da União (TCU) Carlos Alberto Sampaio de Freitas. O professor explicou que o objetivo do curso é apresentar uma série de instrumentos e técnicas, que a partir de muita reflexão, critério e debate, podem ser utilizados no TJES, levando em consideração toda a singularidade do Judiciário e do Espírito Santo.

“A iniciativa do TJES é muito feliz. O curso vem em ótima hora, a gente percebe que tem havido algumas transformações em processo de trabalho, na organização da auditoria interna e outras alterações, que podem ser muito melhor apoiadas e compreendidas a partir deste tipo de reflexão, sobre como atingir objetivos, como enfrentar riscos e aumentar a chance de sucesso”, enfatizou Freitas.

O assessor de Planejamento Estratégico do TJES, Fabio Santana, falou da satisfação em receber o professor do TCU, trazendo o tema gestão estratégica e governança. “É uma alegria muito grande saber que estamos no caminho certo, que estamos implementando as melhores práticas no âmbito do Tribunal de Justiça para oferecer a melhor prestação jurisdicional à sociedade”, ressaltou.

Isabela Carvalho Freire de Amorim, coordenadora de Auditoria Interna do TJES, também elogiou a abordagem aplicada na capacitação. “É muito interessante, porque traz uma cultura, a cultura de gestão de riscos, a cultura de governança, fazendo com que a gente tenha o tom do topo, pois a alta administração estava presente aqui, tentando também assimilar esses conceitos que são tão importantes para o tribunal”, apontou a servidora.

Vitória, 29 de setembro de 2026